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O Back Street Crawler foi o único disco solo gravado por Paul Kossoff, excelente guitarrista inglês que integrou a banda Free, junto com Simon Kirke e Paul Rogers, ambos convidados a participar da gravação
desse discão.
Kossoff durante o processo de criação do disco estava numa maré de auto destruição total com um consumo pesado de heroína e com uma saúde já super debilidade para um jovem de apenas 25 anos.
A gravação de Molten Gold contou com a reunião de todos os integrantes do Free e interpretação brilhante de Rogers no vocal.
O disco é composto por 5 faixas onde Kossoff esbanja talento com seus solos, fraseados e com um groove de primeira, bem típico das bandas de 70.
Infelizmente faleceu em 16 de março de 1976 em um voo que ia de Los Angeles para Nova Iorque, com problemas de coração relacionados ao uso de drogas.
Faixas:
01 - Tuesday morning
02 - I'm ready
03 - Time away
04 - Molten gold
05 - Back street crawler
Formação:
Paul Kossoff – Guitarra
Trevor Burton – Guitarra base ("Tuesday Morning")
Alan White – Batera ("Tuesday Morning" e "I'm Ready")
John "Rabbit" Bundrick – Teclados ("Tuesday Morning"); orgão, chimes e piano ("Molten Gold")
Alan Spenner – Guitarra base ("I'm Ready")
Jean Roussel – Teclados ("I'm Ready", "Back Street Crawler (Don't Need You No More)")
Jess Roden – vocal ("I'm Ready");
Tetsu Yamauchi – Guitarra base ("Time Away")
Simon Kirke – batera ("Time Away", "Molten Gold")
John Martyn – guitarra ("Time Away", "May You Never")
Paul Rodgers – vocal ("Molten Gold")
Andy Fraser – guitarra base("Molten Gold")
Conrad Isidore – batera ("Back Street Crawler (Don't Need You No More)")
Clive Chaman – guitarra base ("Back Street Crawler (Don't Need You No More)")
Segundo disco da banda americana lançado em 1974 com diversas faixas bem bacanas e com o hit que fez a banda explodir, "Sweet Home Alabama". O álbum recebeu disco de ouro, platina e platina duplo e com a decima segunda colocação na parada da Billboard.
Foi desse disco em diante que a banda explorou, e muito, o uso de três guitarras.
Faixas:
01 - Sweet Home Alabama
02 - I Need You
03 - Don't Ask Me No Questions
04 - Workin' For MCA
05 - The Ballad Of Curtis Loew
06 - Swamp Music
07 - The Needle And The Spoon
08 - Call Me The Breeze
Formação:
Ronnie Van Zant - vocal
Gary Rossington (Gibson Les Paul) - guitarra, ritmo e guitarra acústica em "Sweet Home Alabama"
Allen Collins (Gibson Firebird) - guitarra
Ed Rei (Fender Stratocaster) - guitarra, slides de guitarra, guitarra e baixo em "I Need You" e "Don´t Ask Me No Questions"
Billy Powell - teclados e piano em "Sweet Home Alabama"
O Quiet Riot foi uma banda que teve sua formação em 1973 com a presença mais que ilustre do brilhante guitarrista Randy Rhoads que mais tarde saiu do grupo, logo após o segundo disco da banda, para seguir junto com Ozzy em sua carreira solo.
A banda contou com Randy no "Quiet Riot"(1977) e "Quiet Riot II"(1978), lançados no Japão e com a seguinte formação original Kevin DuBrow (vocal), Randy Rhoads (guitarra), Kelli Garni (baixo) e Drew Forsyth (bateria).
O estouro da banda veio com o single "Cum On Feel the Noize", segunda faixa do terceiro disco "Metal Health", lançado em 11 de Março de 1983, remasterizado em 2009, com apenas Kevin DuBrow (vocal) da formação original, na guitarra assumiu Carlos Cavazo, no baixo Rudy Sarzo e Frankie Banali na batera.
Rudy Sarzo também participou do disco clássico e ao vivo do Ozzy "Speak of the Devil".
Faixas:
1."Metal Health" 2."Cum On Feel the Noize" 3."Don't Wanna Let You Go" 4."Slick Black Cadillac" 5."Love's a Bitch" 6."Breathless" 7."Run for Cover" 8."Battle Axe" 9."Let's Get Crazy" 10."Thunderbird" 11."Danger Zone" - Bonus track 12."Slick black Cadillac [Live]" - Bonus track
Disco do grande mestre lançado em 1994 com 16 regravações dos maiores clássicos do blues como "Blues Before Sunrise" ( Leroy Carr), " Hoochie Coochie Man"(Muddy Waters),"Someday After a While" (Freddie King / Sonny Thompson) e "Groaning the Blues" (Willie Dixon ).
O disco é bem bacana e vale uma escutada.
Faixas:
"Blues Before Sunrise" (Leroy Carr)
"Third Degree" (Eddie Boyd/Willie Dixon)
"Reconsider Baby" (Lowell Fulson)
"Hoochie Coochie Man" (Willie Dixon)
"Five Long Years" (Eddie Boyd)
"I'm Tore Down" (Sonny Thompson)
"How Long Blues" (Leroy Carr)
"Goin' Away Baby" (James A. Lane)
"Blues Leave Me Alone" (James A. Lane)
"Sinner's Prayer" (Lowell Fulson/Lloyd Glenn)
"Motherless Child" (Robert Hicks)
"It Hurts Me Too" (Tampa Red)
"Someday After a While (You'll Be Sorry)" (Freddie King/Sonny Thompson)
"Standin' Round Crying" (McKinley Morganfield)
"Driftin'" (Charles Brown/Johnny Moore/Eddie Williams) (Johnny Moore's Three Blazers)
O "People, Hell & Angels" é o álbum póstumo de Hendrix lançado em 5 de março com 12 faixas inéditas gravadas entre 1968 e 1970, fruto de um projeto realizado pela Experience Hendrix LLC com a Legacy Recordings ( braço da Sony Music Entertainment) e co-produzido por Janie Hendrix, filha do guitarrista, Eddie Kramer e John McDermott.
O disco é excelente, com Hendrix destruindo como sempre, experimentando novos instrumentos, passeando por vários estilos e com um som mais limpo, sentido logo na primeira faixa "Earth Blues".
Faixas:
1. Earth Blues 2. Somewhere 3. Hear My Train A Comin 4. Bleeding Heart 5. Let Me Move You 6. Izabella 7. Easy Blues 8. Crash Landing 9. Inside Out 10. Hey Gypsy Boy 11. Mojo Man 12. Villanova Junction Blues
Primeiro e brilhante álbum da banda escocesa Big Country lançado em 1983.
O disco conta com uma sonoridade incrível e com uso de instrumentos característicos da Escócia como a gaita de fole.
Recheado com 10 faixas o disco traz clássicos da banda como "In a big country", "Fields of Fire", "1000 Stars", "The Storm" e "Lost Patrol".
"The Crossing" foi agraciado com disco de platina tanto na Inglaterra quanto no Canadá. O disco foi remasterizado em 3 situações diferentes, sendo a última em 2012.
Faixas:
01. In a Big Country
02. Inwards
03. Chance
04. 1000 Stars
05. The Storm
06- Harvest Home
07. Lost Patrol
08. Close Action
09. Fields of Fire
10. Porrohman
Formnação:
Stuart Adamson – vocal, guitarra, piano, e-bow
Bruce Watson – guitarra, mandolin, sitar, vocal, e-bow
British Steel foi o sexto disco, lançado em 1980, da banda britânica Judas Priest, liderada pelo vocalista Rob Halford.
O disco é um clássico recheado por 9 faixas e diversos sucessos do grupo como "Breaking the Law", "Living After Midnight","Rapid Fire" e "Metal Gods".
O disco colocou a banda como uma das principais precursoras do N.W.O.B.H.M.(New Wave Of British Heavy Metal).
Nunca fui muito fanático pelo Judas Priest, mas esse disco considero bom e com uma sonoridade honesta, vale uma escutada.
Pouco conhecido nos Estados Unidos mas idolatrado na Africa do Sul, o músico mexicano Sixto Diaz Rodriguez fez dois álbuns bem bacanas ao longo da sua pouco conhecida carreira. Seu primeiro single, "I'll Slip Away", foi gravado de forma super simples dentro de sua casa em 1967 quando se chamava Rod Riguez. Posteriormente assinou com a Sussex Records gravando seus dois discos: Cold Fact - 1970 e Coming from Reality - 1971 As letras de Rodriguez são bem legais principalmente em "Sugar Man", "Crucify your mind" e "I wonder", sua poesia é refinada chegando ao ponto de muitos considerá-lo o Bob Dylan do México. Cold Fact foi seu primeiro disco e hoje em dia o mesmo é extremamente raro. O artista ficou desaparecido do cenário musical por anos, muitos acharam que o mesmo teria cometido suicídio tacando fogo em seu próprio corpo, seu sumiço chegou a virar o brilhante documentário "Searching for Sugar Man" produzido por Malik Bendjelloul em 2012, que estará em breve por aqui.
O "The Great Escape Artist" é o quarto disco de estúdio da banda californiana Jane's Addiction lançado em 2011, pela Capitol Records, e recheado com 10 faixas bem bacanas.
O álbum foi o primeiro trabalho lançado pelo grupo desde o reencontro da galera em 2008.
O som desse disco é muito mais melódico e simples que os anteriores.
Disco bem honesto e que vale uma conferida.
Faixas:
01- Underground
02- End To The Lies
03- Curiosity Kills
04- Irresistible Force (Met The Immovable Object)
05- I'll Hit You Back
06-Twisted Tales
07- Ultimate Reason
08- Splash A Little Water On It
09- Broken People
10- Words Right Out Of My Mouth
Formação:
Perry Farrell – vocal
Dave Navarro – guitarra e Teclados (Faixas 1, 3, 5-10)
Stephen Perkins – bateria e percussão
David Andrew Sitek – guitarra base (1-6, 8-10), Teclados (1, 3 5, 6-9), Programação musical (1, 3, 5-10), guitarra rítmica (2-4, 6, 8, 9)
Excelente disco lançado em 1998 com a presença de músicos ilustres ao longo de suas 13 faixas.
Logo na primeira música, "Boogie Chillen", Hooker contou com a participação na guitarra de Eric Clapton, Johnny Lee Schell e Rich Kirch, a segunda "This Is Hip" foi produzida por Roy Rogers, a clássica "The Healer" conta com Carlos Santana na Guitarra e também com a produção de Rogers.
Além dos músicos citados acima Hooker conta também com a participação de Van Morrison, Jimmie Vaughan, Ben Harper, Robert Cray, Cesar Rosas, David Hidalgo, Ry Cooder e Scott Mathews.
O "The best of friends" é um álbum super agradável e muito bom de se ouvir. Vale uma conferida.
Faixas:
01-Boogie Chillen
02-This Is Hip
03-The Healer
04-I Cover The Waterfront
05-Boom Boom
06-I'm In The Mood
07-Burnin' Hell
08-Tupelo
09-Baby Lee
10-Dimples
11-Chill Out
12-Big Legs Tight Skirt
13-Don't Look Back
O Body Count é uma banda americana formada por Ice-T na década de 90 em Los Angeles.
O álbum postado, primeiro do grupo, foi lançado em 1992.
O som desse disco é uma pedrada na moleira, com letras que abordam diversas questões sociais e políticas que vão desde a brutalidade da polícia ao abuso de drogas.
O disco foi considerado como um dos 40 melhores álbuns de 1992 apesar das polêmicas e confusões sobre o mesmo, como a censura das músicas "Cop Killer" e "Out in the Parking Lot".
O "Electric" foi o terceiro álbum do Cult lançado em 1987 e representa uma mudança sonora radical do grupo, já que os dois primeiros "Dreamtime" (1984) e "Love" (1985) eram carregados de uma sonoridade mais sombria, bem ao estilo dos grupos góticos britânicos. Com um som extremamente mais pesado que os anteriores o "Electric" representa um divisor de águas na carreira da banda, as baladas dos discos anteriores foram substituídas por composições mais distorcidas e com riffs mais elaborados, fato que pode ser comprovado já na primeira faixa do disco "Wild Flower". Faixas: 01. Wild Flower 02. Peace Dog 03. Lil' Devil 04. Aphrodisiac Jacket 05. Electric Ocean 06. Bad Fun 07. King Contrary Man 08. Love Removal Machine 09. Born To Be Wild 10. Outlaw 11. Memphis Hipshake Formação: Ian Astbury – voz Billy Duffy – Guitarra Jamie Stewart – baixo Les Warner – bateria
Ozzy lançou esse disco em 1987 em homenagem a seu excepcional guitarrista e quase filho Randy Rhoads.
O "Tribute" é recheado com 14 faixas, gravadas ao vivo, em 1981, com Ozzy e Randy levando juntos músicas do "Blizzard of Ozz", "Diary of a Madman" (os dois primeiros discos do Ozzy) e outras do Black Sabbath.
Randy Rhoads faleceu com apenas 25 anos, em 19 de março de 1982.
Ozzy tinha uma idolatria por Randy, em diversos shows colocou o guitarrista em seus ombros, era nítida a alegria de Ozzy nesses momentos.
Após o idiota e trágico acidente aéreo que levou a morte de Randy, Ozzy entrou em um sério processo de depressão e abuso excessivo de álcool e drogas, que por pouco, não o levou a morte.
Depois do "Enxugando gelo", de 2003, BNegão lança seu novo disco, "Sintoniza lá", com uma sonoridade incrível e recheado de 11 faixas que viajam pelo Dub, Reggae e rock, com muito groove e um excelente naipe de metais.
O swing desse disco é contagiante e os metais dão um brilho especial, principalmente na música "Essa é pra tocar no baile".
O "Sintoniza lá" foi considerado o melhor disco de 2012 pelo VMB.
O disco postado hoje apesar de não ser um material de rock é espetacular pela obra em si, pela brilhante mistura sonora do Jazz com o Hip-hop gerando grooves de primeira qualidade.
A produção desse trabalho contou com mestres da música como Lonnie Liston Smith, Branford Marsalis, Ronny Jordan, Donald Byrd e Roy Ayers, também com a colaboração de N'Dea Davenport da banda The Brand New Heavies e do rapper francês MC Solaar.
Keith Edward Elam (Guru) faleceu em 19 de abril de 2010 vítima de câncer.
Caso não conheça o trabalho desse cara, eu recomendo muito que gaste um tempinho para ouvir essa maravilha. Confesso que a primeira vez que escutei esse disco pirei com qualidade sonora desse material.
Faixas: 1- "Introduction" 2- "Loungin" (com Donald Byrd no trompete e piano) 3- "When You're Near" (com N'Dea Davenport no vocal e Simon Law no teclado) 4- "Transit Ride" (com Branford Marsalis no saxofone e Zachary Breaux na guitarra) 5- "No Time to Play" (com Ronny Jordan na guitarra e D. C. Lee & Big Shug no vocal) 6- "Down the Backstreets" (com Lonnie Liston Smith no piano acústico e elétrico) 7- "Respectful Dedications" 8- "Take a Look (At Yourself)" (com Roy Ayers no vibrafone) 9- "Trust Me" (com N'Dea Davenport no vocal) 10- "Slicker Than Most" (com Gary Barnacle no saxofone e na flauta) 11- "Le Bien, Le Mal" (com MC Solaar) 12- "Sights in the City" (com Courtney Pine no sax e flauta, Carleen Anderson no vocal e Simon Law no teclado)
Excelente disco da banda carioca Picassos Falsos lançado em 1988. Apesar das músicas do grupo, que a rádio fluminense tocava na época fossem "Carne e Osso" e "Quadrinhos", do primeiro álbum, esse segundo disco é mais maduro e com uma qualidade sonora de primeira. As letras assim como as levadas de guitarra são perfeitas, som honesto.
No final desse ano tive a oportunidade de dar uma conferida no show que fizeram no Circo Voador - RJ na abertura do Lobão e posso afirmar que a galera continua afiadíssima, independente de não tocarem frequentemente pelos palcos cariocas.
O problema é justamente esse, poderiam fazer mais shows.
Banda formada em 1984 e com curta duração, mas tempo suficiente para a produção de dois brilhantes discos, o "The firm" de 1985 e o "Mean Business" de 1986.
O grupo teve em sua formação os monstros Jimmy Page (ex Led Zeppelin) na guitarra, Paul Rodgers ( ex Free e Bad Company) nos vocais, Chris Slade (ex Uriah Heep) na batera e Tony Franklin no baixo.
Faixas: 1. Closer 2. Make or Break 3. Someone to Love 4. Together 5. Radioactive 6. You've Lost That Lovin' Feeling 7. Money Can't Buy 8. Satisfaction Guaranteed 9. Midnight Moonlight
O Southern Death Cult foi um grupo britânico de 1982 de rock gótico do pós-punk.
A banda composta por Ian Lindsay (vocal), David Burrows (guitarra), Barry Jepson (baixo) e Haq Quereshi (bateria) terminou um ano depois, em 1983, e Ian Astbury junta-se a Billy Duffy (ex guitarrista do Theatre of Hate), Jamie Stewart (baixo, ex-Ritual) e Ray Mondo (bateria), e a banda passa a se chamar Death Cult, no final do mesmo ano Ray abandona o grupo dando lugar a Nigel Preston, estaria assim formada a base para o atual The Cult.
Em 1984 antes de fazerem um programa de TV, Ian decide que a banda passaria a se chamar The Cult, retirando, assim, a conotação "gótica" da banda e no mesmo ano lançou seu primeiro álbum "Dreamtime".