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Curta de Philippe Barcinski de 2002 sobre um homem que deitado em sua cama tenta se lembrar se fechou a janela de seu apartamento.
Buscando reconstituir os passos de seu dia-a-dia, numa linha de raciocínio, aparentemente, simples, revela-se dono de uma mente obsessiva e patologicamente perturbada.
Duração: 10 minutos / Elenco: Enrique Diaz e Eugênio Puppo
A bairro da lapa (RJ) recebe amanhã, 17/08, na CASA DA MÃE JOANA - RUA GOMES FREIRE, 547 mais uma edição da festa Sociedade Alternativa onde os DJ'S SADDOCK E WAGNERASTA farão uma homenagem ao The Beatles e a Tim Maia, fora outros estilos que rolarão durante o evento como muito groovy, MPB, Rock and roll ,maracatu, baião, samba ,rap,ska e muito mais.
Quem for do estado ou tiver de passagem vale uma conferida.
A festa terá inicio as 23 hs e acaba com o cantar do primeiro galo,kkk, lá pelas 5 da matina, e melhor, com um precinho super camarada.
- R$ 10 - lista amiga até 00:00 (Facebook, Lista Amiga e E-mail)
- R$ 13 - lista amiga até 01:00 (Facebook, Lista Amiga e E-mail)
- R$ 15 - normal/após 01:00
E se você for aniversariante ou tiver feito aniversário durante o mês entra FREE (0800)
Endereço para a lista amiga e maiores informações sobre o evento - https://www.facebook.com/events/347642101981663/
Primeiro disco da banda carioca Planet Hemp formada pelo vocalista Marcelo D2 e seu camarada Skunk em 1993. A primeira formação do grupo contava com D2, Skunk, Rafael, BNegão, Formigão e Bacalhau.
O álbum saiu em 1995 e contou com hits como "Legalize Já" que explodiu na época, apesar do videoclipe ter sofrido censuras. Mas o grupo não chamou atenção somente pelas letras que falam de maconha e legalização. As 17 faixas não se restringem à legalização apenas. O álbum tem na sonoridade uma fusão bombástica entre vários gêneros, extraido da guitarra de Rafael Crespo, do baixo de Formigão, da bateria de Bacalhau e de participantes igualmente inovadores, como o DJ Zé Gonzales ou o vocalista Black Alien.
O grupo mostrava-se completamente antenado com as novas tendências norte americanas do rock, onde buscavam influências da cultura negra como meio de renovação..
Originalmente, a banda era para ser de rock, mas nenhum deles sabia tocar qualquer instrumento,por isso optaram pelo rap.
O nome da banda foi tirado da revista americana High Times, especializada em cannabicultura, ou seja sobre o cultivo de maconha, e Hemp que, na língua inglesa, significa cânhamo. Esta estratégia de colocar o nome na língua inglesa não foi muito bem-sucedida, pois poucos anos mais tarde o grupo inteiro foi preso por apologia às drogas.
Faixas:
1."Não Compre, Plante!"
2."Porcos Fardados" 3."Legalize Já" 4."Deisdazseis" 5."Phunky Buddha" 6."Mary Jane" 7."Planet Hemp" 8."Fazendo a Cabeça" 9."Futuro do País" 10."Mantenha o Respeito" 11."Puta Disfarçada" 12."Speed Funk" 13."Mutha Fuckin' Racists" 14."Dig Dig Dig (Hempa)" 15."Skunk" 16."A Culpa É de Quem?" 17."Bala Perdida"
Formação: Marcelo D2 - Vocal BNegão- Vocal Rafael Crespo - Guitarra Formigão - Baixo Bacalhau - Bateria
Em Bem-Vindo, Philippe Lioret aborda as políticas de imigração européias por meio da história de um garoto curdo que deixa o Iraque e parte em uma jornada para reencontrar a namorada na Inglaterra.
Em Calais, impedido de continuar, o rapaz decide cruzar o Canal da Mancha a nado. Simon (Vincent Lindon), um professor de natação em uma piscina da cidade, se coloca em risco para treinar secretamente o jovem refugiado, com o intuito de impressionar e reconquistar sua mulher.
O filme recebeu os prêmios de Melhor Filme Europeu da Mostra Panorama (Júri Ecumênico) e o Lable Europa Cinema, no Festival de Berlim 2009.
Ao ser lançado na França, em março de 2009, o filme Bem-Vindo, de Philippe Lioret, causou polêmica. O motivo foi denunciar os problemas legais criados por um professor de natação francês, Simon (Vincent Lindon, de Sem Escândalo), pelo fato de ter abrigado e ajudado um imigrante ilegal, o jovem curdo Bilal (Firat Ayverdi).
Na esteira dessa polêmica, o Partido Socialista francês redigiu um projeto de lei batizado de Welcome, título original do filme, em que propôs a supressão do chamado "delito de solidariedade".
Trata-se dos artigos L622-1 e L622-4 do Código de Entrada e Estadia de Estrangeiros, que penalizam com prisão de cinco anos e multa de 30 mil euros quem ajudar, transportar ou abrigar qualquer imigrante ilegal na França.
Documentário que investiga a fascinação dos americanos pelas armas de fogo. Michael Moore, diretor e narrador do filme, questiona a origem dessa cultura bélica e busca respostas visitando pequenas cidades dos Estados Unidos, onde a maior parte dos moradores guarda uma arma em casa.
Entre essas cidades está Littleton, no Colorado, onde fica o colégio Columbine.
Lá os adolescentes Dylan Klebold e Eric Harris pegaram as armas dos pais e mataram 14 estudantes e um professor no refeitório.
Michael Moore também faz uma visita ao ator Charlton Heston, presidente da Associação Americana do Rifle.
As pinturas do artistas espanhol, de Valencia, são com certeza diferentes de muitas obras já vistas nas ruas. Simbólicos, misteriosos e metafóricos, os murais, num primeiro momento simples e ingênuos, podem dizer muita coisa.
Críticas a uma sociedade baseada no consumo, a comunicação em massa e a ausência de reflexões das pessoas são temas frequentemente abordados por seus personagens, sempre esguios e de tonalidades básicas, podendo lembrar pinturas de artistas como Magritte.